08/02/2012

GRANDE MANIFESTAÇÃO NACIONAL

Não à exploração, às desigualdades e ao empobrecimento
Outra política é possível e necessária

Estamos perante uma política de terrorismo económico e social que exige uma resposta de grande dimensão a nível nacional.

O Governo do PSD-CDS e o grande patronato pretendem:

Colocar o Estado ao serviço das empresas;

Pôr a segurança social a financiar os patrões para pagar menos e precariezar as relações de trabalho;

Facilitar os despedimentos e diminuir as indemnizações e o valor do subsídio de desemprego;

Flexibilizar os horários de trabalho e reduzir a retribuição;

Atacar a contratação colectiva e promover o trabalho gratuito com a redução de feriados e dias de férias.



Esta é uma política que é preciso combater. Dia 11 vamos manifestar todos os descontentamentos, protestos e indignações contra a política que rouba aos trabalhadores e ao povo ao mesmo tempo que empurra o país para o precipício.

28/11/2011

03/11/2011

MAGUSTO na sede Concelhia de Gondomar


Sábado, dia 12 de Novembro pelas 17h00, o Bloco de Esquerda de Gondomar convida-te a participares no Magusto na sede de concelhia.
Às 19h00 intervenção de João Semedo sobre a situação politica actual e sobre a mobilização para a greve geral que se avizinha.
Mais que nunca a tua presença é importante, aparece e traz companhia

26/10/2011

“Há uma agenda oculta do governo”

Na conclusão da interpelação do Bloco de Esquerda ao governo sobre desemprego, precariedade e alterações das leis de trabalho, o deputado Luis Fazenda, respondendo à acusação do ministro da Economia de que “querem deitar dinheiro para cima dos problemas” recordou que “este governo aumentou extraordinariamente, em relação ao seu antecessor, as garantias, os compromissos do Estado em relação ao buraco sem fundo que é o BPN. É este governo que deita dinheiro para o buraco da Madeira, não foi o Bloco de Esquerda.” O líder parlamentar do Bloco recordou que foi o seu partido que defendeu a renegociação de todas as parcerias público-privadas e o Orçamento de base zero para combater o desperdício e o endividamento excessivo do Estado. “Porque nós queremos privilegiar o investimento público, não a promiscuidade e a traficância dos dinheiros públicos com os interesses privados”, afirmou.

Luis Fazenda negou também que a responsabilidade do endividamento seja toda do governo anterior. “É uma responsabilidade partilhada, de bloco central”, afirmou, recordando que o caminho do endividamento, das parcerias público-privadas, foi partilhado pelo PSD e pelo PS. “O PSD esteve no governo e prosseguiu a mesma política. Esteve fora do governo e viabilizou orçamentos de Estado atrás de orçamentos de Estado.”

Luís Fazenda disse que há uma agenda oculta do governo – um “ajuste de contas com o factor trabalho”, acusando o governo de revanchismo social, de querer alterar drasticamente as relações de trabalho a favor do patronato, a favor do capital. Mais do que isso, Luís Fazenda acusou o governo de ter a ilusão de que pelo choque salarial, pela política de “empobrecer para melhorar” se vai atrair o capital estrangeiro. “Tenho uma má notícia para o governo: os senhores não têm nada no horizonte dos próximos dois ou três anos em termos de crescimento económico.”

O Bloco, em contrapartida, defende a reestruturação da dívida externa e interna, disse Fazenda, “um conjunto de medidas que nos possa levar em tempo útil a promover alguma cota de investimento público reprodutivo.” E concluiu dizendo que a esquerda tem alternativas, “os senhores é que estão comprometidos com este plano de ruína a que trouxeram o país.”

Protecção do trabalhador não é a protecção do seu posto de trabalho”

Durante o debate, o ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, afirmou que “a protecção do trabalhador não é a protecção do seu posto de trabalho”, disse que a meia hora adicional no horário de trabalho vai vigorar durante todo o programa de assistência financeira a Portugal, e que o salário mínimo só aumentará quando houver "aumento da produtividade".

in: esquerda.net, por Luís Fazenda

11/10/2011

Manifestação Global - A Democracia sai à rua



15 de Outubro | 15h | Manifestação global


Eu vou: https://www.facebook.com/event.php?eid=139031266184168


PROTESTO APARTIDÁRIO, LAICO E PACÍFICO
- Pela Democracia participativa.
- Pela transparência nas decisões políticas.
- Pelo fim da precariedade de vida.



Lisboa - Marquês de Pombal (19h - Assembleia Popular em frente ao Parlamento)
Porto - Praça da Batalha
Angra do Heroísmo - Praça Velha
Braga - Avenida Central
Coimbra - Praça da República
Évora - Praça do Sertório
Faro - Jardim Manuel Bivar
Resto do Mundo
(mapa-mundo dos protestos: http://map.15october.net/)




MANIFESTO:

Somos “gerações à rasca”, pessoas que trabalham, precárias, desempregadas ou em vias de despedimento, estudantes, migrantes e reformadas, insatisfeitas com as nossas condições de vida. Hoje vimos para a rua, na Europa e no Mundo, de forma não violenta, expressar a nossa indignação e protesto face ao actual modelo de governação política, económica e social. Um modelo que não nos serve, que nos oprime e não nos representa.

A actual governação assenta numa falsa democracia em que as decisões estão restritas às salas fechadas dos parlamentos, gabinetes ministeriais e instâncias internacionais. Um sistema sem qualquer tipo de controlo cidadão, refém de um modelo económico-financeiro, sem preocupações sociais ou ambientais e que fomenta as desigualdades, a pobreza e a perda de direitos à escala global. Democracia não é isto!

Queremos uma Democracia participativa, onde as pessoas possam intervir activa e efectivamente nas decisões. Uma Democracia em que o exercício dos cargos públicos seja baseado na integridade e defesa do interesse e bem-estar comuns.

Queremos uma Democracia onde os mais ricos não sejam protegidos por regimes de excepção. Queremos um sistema fiscal progressivo e transparente, onde a riqueza seja justamente distribuída e a segurança social não seja descapitalizada; onde todas as pessoas contribuam de forma justa e imparcial e os direitos e deveres dos cidadãos estejam assegurados.

Queremos uma Democracia onde quem comete abuso de poder e crimes económicos e financeiros seja efectivamente responsabilizado por um sistema judicial independente, menos burocrático e sem dualidade de critérios. Uma Democracia onde políticas estruturantes não sejam adoptadas sem esclarecimento e participação activa das pessoas. Não tomamos a crise como inevitável. Exigimos saber de que forma chegámos a esta recessão, a quem devemos o quê e sob que condições.

As pessoas não são descartáveis, nem podem estar dependentes da especulação de mercados bolsistas e de interesses financeiros que as reduzem à condição de mercadorias. O princípio constitucional conquistado a 25 de Abril de 1974 e consagrado em todo o mundo democrático de que a economia se deve subordinar aos interesses gerais da sociedade é totalmente pervertido pela imposição de medidas, como as do programa da troika, que conduzem à perda de direitos laborais, ao desmantelamento da saúde, do ensino público e da cultura com argumentos economicistas.

Os recursos naturais como a água, bem como os sectores estratégicos, são bens públicos não privatizáveis. Uma Democracia abandona o seu futuro quando o trabalho, educação, saúde, habitação, cultura e bem-estar são tidos apenas como regalias de alguns ou privatizados sem que daí advenha qualquer benefício para as pessoas.

A qualidade de uma Democracia mede-se pela forma como trata as pessoas que a integram.

Isto não tem que ser assim! Em Portugal e no Mundo, dia 15 de Outubro dizemos basta!

A Democracia sai à rua. E nós saímos com ela.


REENCAMINHA, DIVULGA, PARTICIPA | FAZ DESTE O TEU PROTESTO!

05/10/2011

Os Movimentos Sociais

A CCGondomar apela a todos e a todas que no próximo sábado dia 8/10/2011 pelas 15h30 compareçam na sede do BE Gondomar a fim de participar num debate sobre o tema "Os Movimentos Sociais", contando com a presença de João Teixeira Lopes e Catarina Martins.
Em simultâneo vai-se realizar a pintura de um mural, numa parede adjacente à sede com o tema "As bandeiras do BE".

Contamos com todos os bloquistas de Gondomar.
Saudações bloquistas

29/09/2011

O BLOCO DE ESQUERDA VAI PARTICIPAR NAS MANIFESTAÇÕES DE 1 DE OUTUBRO


É TEMPO DE LUTAR:
FAZER FRENTE AUSTERIDADE COM A LUTA SOCIAL!


A concentração dos bloquistas na manif do Porto far-se-á, a partir das 14h30, em frente ao café “Piolho”, na Praça de Parada Leitão, e integraremos a manifestação junto da nossa faixa com a palavra de ordem:


“TAXAR AS GRANDES FORTUNAS!“


PARTICIPA.

26/09/2011

Comício a 30 Setembro com Francisco Louçã


O comício terá por tema "Fazer frente à austeridade com a luta social".
Auditório da Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação do Porto (Paranhos)
Metro Polo Universitário - linha amarela.
Apareçam, participem, o país precisa de vocês.
As vossas ideias e os vossos pareceres são essenciais.

03/07/2011

Debate com Francisco Louça e João Semedo

CONVITE

No próximo dia 9 de Julho – sábado pelas 15,30 horas iremos realizar um debate aberto a todos os aderentes e simpatizantes para discutirmos o futuro do Bloco neste debate vai estar o Francisco Louçã e o João Semedo.

No fim vamos fazer um convívio com uma sardinhada.

Contamos com a tua presença e participação que consideramos indispensáveis.

Se poderes confirmar a tua presença para o debate e para o convívio, falo até quinta-feira para o 919317192 ou para blocoesquerdagondomar@gmail.com

Pela Concelhia de Gondomar do Bloco de Esquerda.

07/06/2011

“É a luta que nos faz fortes”, diz Louçã

Ao reconhecer a derrota nas eleições, o coordenador do Bloco de Esquerda afirma que se aprende sempre nestas situações e que não tem qualquer ressentimento para com os eleitores que escolheram votar noutros partidos. E promete luta contra os planos que os partidos que assinaram os acordos da troika vão querer aplicar.

Francisco Louçã começou o discurso da noite eleitoral do Bloco de Esquerda afirmando que estas eleições marcam o início de um novo ciclo político, que de facto começara já com o pedido de intervenção externa, “com o empréstimo que hipoteca Portugal nos próximos anos”.

Esta intervenção impõe “condições políticas que vão ser discutidas ao longo da legislatura que temos pela frente”. Estas condições configuram um programa económico e financeiro que não foi discutido pelos portugueses.

O Bloco de Esquerda, afirmou Louçã, esforçou-se por trazer aos portugueses o debate da Segurança Social, do emprego, da renegociação da dívida, mas “encontrámos do outro lado um fortíssimo muro de silêncio”.

Por outro lado, registou o coordenador do Bloco, o Partido Socialista “amarrou-se para os próximos anos a cumprir estas medidas que agravam o rendimento dos portugueses, prejudicam o emprego, diminuem a economia”. E destacou que em duas questões essas ameaças são importantíssimas para a vida das pessoas: “O código do trabalho proposto pelo acordo da troika que o governo certamente tornará no ponto um da sua agenda”, e que é uma “ofensiva anticonstitucional contra os direitos dos trabalhadores.” Por outro lado, os ataques aos salários, às pensões, os ataques à segurança social “têm de encontrar a opor-se-lhes uma força, um combate e uma determinação que o Bloco de Esquerda não deixará de ter e que serão decisivos para o futuro da esquerda”, reconhecendo embora que, diante dos resultados eleitorais, este combate é certamente mais difícil.

Passando a comentar os resultados do Bloco, Louçã reconheceu o partido não atingiu os seus objectivos e assumiu-se como o principal responsável por isso. O Bloco obteve um resultado eleitoral ao nível do de 2005, elegendo oito deputados. “O recuo é, em qualquer caso, uma derrota, e eu quero chamar as coisas pelo seu nome.” Mas aprende-se sempre mais com as derrotas, ponderou o coordenador do Bloco, afirmando que não tem qualquer ressentimento para com os eleitores que escolheram votar noutros partidos.

Mas o deputado eleito por Lisboa afirmou que o Bloco fez uma grande campanha e que demonstrou que a renegociação da dívida tem de começar já, e que o governo agora eleito não poderá deixar de a fazer, Apontou porém uma diferença entre os que querem renegociar para que a dívida continue a escalar cada vez mais, e aqueles que querem proteger os salários, proteger as pensões, o Estado Social e o respeito das pessoas.

“Mesmo na noite da derrota, nós não estamos vencidos”, garantiu o coordenador do Bloco. “Uma esquerda mais forte, mais determinada, capaz de responder pelos reformados, essa esquerda faz a diferença”. Nos próximos anos, essa esquerda irá aprender mais e vai à luta. “É essa esquerda que vai à luta, é essa luta que nos fará fortes”.

in:www.esquerda.net